XANGÔ - Pontos


Meu pai Xangô
Deixa essa pedreira aí
A Umbanda ta lhe chamando
Deixa essa pedreira ai
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Quem rola as pedras na pedreira é Xangô
Vibrou na coroa de Zambi
Vibrou na coroa de Zambi
Vibrou na coroa de Zambi é Kaô
Quem é que vem lá de Aruanda
Quem vem para vencer demanda
Quem é que rola as pedreiras é Xangô

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Xangô morreu com a idade
Morreu em uma pedra
Ele escreveu a justiça
Quem deve paga quem merece recebe
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Xangô morreu com a idade
Na pedra ele escreveu
Justiça meu pai, Justiça!
Quem deve paga quem merece recebe.
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Sentado nas pedreiras de Xangô (Kaô Kaô)
Eu fiz um juramento até o fim (Até o fim)
Se um dia me faltar a fé em meu senhor
Que role estas pedreiras sobre mim
Meu pai João Batista ele é Xangô (Kaô Kaô)
É dono do meu destino até o fim (Até o fim)
Se um dia me faltar a fé em meu senhor que role esta pedreira sobre mim.
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Xangô mora na pedreira
Ele manda relampejar
Kaô Kabiecilê meu pai Xangô vamos sarava
Kaô, Kaô Kabiecilê meu pai Xangô
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Fui colher um lírio branco
Nas pedreiras de Xangô
Trouxe também outras flores
Que meu pai abençoou
Quem gostar de lindas flores
E ainda não achou
Vá buscá-las com carinho
Na primavera de meu pai Xangô
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Estava olhando as pedreiras
Quando uma pedra rolou
Ela veio rolando bateu em meus pés
E se fez numa flor
Quem foi que disse que eu não sou filho de Xangô
Ele mostra a verdade, atira uma pedra ela vira uma flor
Toda a verdade tem justiça e proteção
Filho de pai Xangô ninguém joga no chão
Quem foi que disse que eu não sou filho de Xangô
Uma pedra atirada pra mim é uma flor
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O Xangô das colinas
Do alto da serra
Com sua licença,
suspende a bandeira vamos trabalhar
Eeê Xangô minha paz
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Peço a Xangô
Seu Alafin seu Agodô
Me de maleme
Pai Xangô me de agô
Na sua fé Kaô eu vencerei
Pois nas pedreiras pai Xangô é sempre o rei
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É Xangô, o general das pedreiras
É Oxum, rainha das cachoeiras
Xangô é rei Xangô é rei Orixá
Está no reino Dos filhos de Apará
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Meu pai Xangô é que está no reino
Meu pai Xangô é Orixá
Olha seus filhos que pedem meu pai
Justiça e paz neste Congá
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No alto daquela pedreira
Tem um livro que é de Xangô
Kaô, Kaô Kaô
Kabiecilê Xangô
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Dono da justiça,
Ó rei do trovão
Seu axé é machadinha
Xangô trás ela na mão
Ooô meu guia, o meu protetor
Ooô meu pai que nunca me abandonou
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Saravá Xangô Agodô
Saravá a Coroa de Xangô
Afirma ponto nas pedreiras
Pra seus filhos pai Xangô
E no terreiro Saravá Babalaô
Saravá Xangô, Saravá Babalaô
Saravá Xangô, Saravá Babalaô
Saravá Xangô Agodô
Saravá o reino de Xangô
E no terreiro Saravá Babalaô
Saravá Xangô, Saravá Babalaô
Saravá Xangô, Saravá Babalaô